sábado, 26 de março de 2016
quinta-feira, 17 de março de 2016
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Woody Allen
Duas citações. Uma poderá ser para o fecho do ano que agora acaba, e a outra apontada ao início daquele que, em princípio, irá começar. A ordem é, quanto ao rigor, indiferente e quanto ao significado, aleatória:
- "Leio por legítima defesa"
- “I don't know the question, but sex is definitely the answer.”
Enfim, a terceira (ou será a primeira?) porque me ajuda a levantar todos os dias e ir assobiando a caminho da escola.
“In my next life I want to live my life backwards. You start out dead and get that out of the way. Then you wake up in an old people's home feeling better every day. You get kicked out for being too healthy, go collect your pension, and then when you start work, you get a gold watch and a party on your first day. You work for 40 years until you're young enough to enjoy your retirement. You party, drink alcohol, and are generally promiscuous, then you are ready for high school. You then go to primary school, you become a kid, you play. You have no responsibilities, you become a baby until you are born. And then you spend your last 9 months floating in luxurious spa-like conditions with central heating and room service on tap, larger quarters every day and then Voila! You finish off as an orgasm!”
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Europa : uma das piores secas de sempre
"Car celui qui doit venir viendra. Sinon l’amour n’est qu’un verre d’eau vite avalé."*
Andreï Makine , in "La femme qui attendait"
* - «Porque aquele que deverá vir, virá. Senão o amor não passa de um copo de água rapidamente engolido»
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Noutras circunstâncias, um título redundante
Igor Posner "Second thoughts", St. Petersburg, Russia
São Petersburgo, Petrogrado, Leningrado, São Petersburgo.
Ou só "Petersburgo"ou, mais informalmente, "Peter".
Continuarão brancas as suas noites ou, pardas como a neve suja, já empapadas pelas criações escorregadias de Puschkin, Gogol e Dostoyevsky em espaços esconsos, fumegantes samovares e tapetes a forrarem paredes forradas a papel? As mesmas que hão-de sobreviver às revoluções que hão-de vir, voltar e sobrevoar holocaustos e marés de destruição em gigantescos fogos abafando vozes, gritos e choros. Como deixar de reparar quando mais tarde os prados nos sussurrarem no baptismo purificador fogos, como água e fogo se complementam no mais doméstico e primaveril baptismo, com um propósito (mesmo se misterioso para nós e que talvez por isso o reinventamos sem parar)?
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